Que ao sabor do vento balança,
Na calmaria ela descança.
E ao turbilhão ela avança,
Com a felicidade como esperança.
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Que em momentos de amor
Nos traz alegria e torpor,
Com mais desejo pelo seu sabor.
E mais tarde vem a dor.
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Que em momentos de tristeza
Nos tira, dela, a leveza.
Mas hora ela volta por certeza.
Como ela consegue essa proeza?
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Que ao fim nos leva ao começo.
E, como meu passado não esqueço,
Com tudo que tenho eu padeço.
Porque no fundo, eu não a conheço.
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André Luiz Moreira Boni 07/01/2010
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(um poema alegre, eu acho, tentando falar um pouco sobre algo que ninguém realmente consegue.)
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